Por que os estudantes merecem papel impresso: a ciência por trás de uma escolha que a Domtar de Jackson Wijaya defende

Publicado em 25 de agosto de 2026 por g7

Grupo de estudantes sentados em fila numa mesa escrevendo com lápis em papel durante prova ou atividade escolar representando o aprendizado baseado em materiais impressos

Numa época em que telas dominam cada vez mais a rotina de crianças e adolescentes, o papel impresso emerge não como nostalgia, mas como ferramenta pedagógica com respaldo científico. É essa tese que a Domtar defende e que Jackson Wijaya, proprietário da companhia, posicionou como parte essencial da missão da empresa: transformar fibra de madeira responsavelmente obtida em produtos essenciais do cotidiano. E poucos produtos são tão essenciais quanto o papel que sustenta o aprendizado.

O problema real: crianças passam horas na frente de telas antes mesmo de aprender a ler

Os dados são contundentes. De acordo com levantamento da Common Sense Media, crianças com menos de 2 anos já passam, em média, mais de uma hora por dia expostas a mídias digitais. Entre 2 e 4 anos, essa média sobe para mais de duas horas. Entre 5 e 8 anos, ultrapassa três horas e meia. E dos 8 aos 12 anos, o consumo diário de telas chega a impressionantes 5 horas e 33 minutos.

Se as crianças não se desconectam fora da escola, a sala de aula pode ser um dos poucos espaços onde elas ainda têm contato significativo com materiais impressos. Para educadores e pais, isso transforma o papel não em uma escolha antiquada, mas em um contrapeso necessário à fadiga digital.

O que a ciência diz sobre papel e aprendizado

O papel oferece algo que as telas não conseguem replicar: pistas espaciais e táteis. Virar uma página, rastrear o dedo ao ler, sentir o peso físico do livro, tudo isso ancora a memória de formas que os ambientes digitais simplesmente não conseguem. Esses estímulos reduzem a tendência a apenas passar os olhos pelo conteúdo e favorecem a imersão, levando a uma aprendizagem mais profunda.

Os dados longitudinais do Departamento de Educação dos Estados Unidos reforçam essa perspectiva. Em 1984, 35% dos estudantes de 13 anos afirmavam ler por prazer diariamente. Em 2022 e em 2025, apenas 14% disseram o mesmo. Entre os estudantes de 9 anos, o índice é um pouco melhor, com 37% lendo diariamente por prazer, mas ainda representa uma queda significativa em relação às gerações anteriores.

O mesmo estudo mostrou que os estudantes mais jovens, justamente os que leem com mais frequência, apresentaram ganhos significativos tanto em leitura quanto em matemática em comparação com os estudantes mais velhos. A correlação entre leitura e desempenho acadêmico abrangente é consistente ao longo do tempo.

Pequenas mudanças, grande impacto: como incorporar mais papel na sala de aula

A boa notícia é que os educadores não precisam reformular completamente seus currículos para fazer diferença. Pequenas escolhas intencionais em direção ao aprendizado baseado em papel já produzem resultados concretos. Substituir tarefas digitais ocasionais por folhas de trabalho impressas ou prompts de resposta, usar o papel em exercícios de aprendizagem ativa, distribuir guias de discussão impressos, criar organizadores gráficos físicos como diagramas de Venn e mapas mentais, ou simplesmente encorajar anotações e reflexões escritas à mão diretamente no papel: tudo isso contribui para o foco, a retenção de informações e o engajamento mais profundo dos estudantes.

Papel e ferramentas digitais têm seu lugar no ambiente de aprendizagem contemporâneo. A questão não é escolher um em detrimento do outro, mas equilibrá-los com inteligência, reconhecendo o que cada formato oferece de melhor.

Por que isso importa para a Domtar e para Jackson Wijaya

Para Jackson Wijaya, o papel nunca foi apenas um produto industrial. É um meio pelo qual pessoas aprendem, se comunicam, registram ideias e constroem conhecimento. A missão que ele imprime na Domtar, a de produzir produtos florestais de excelência com compromisso com as pessoas, as comunidades e a sustentabilidade, ganha um significado concreto quando se observa o impacto do papel no desenvolvimento de uma geração inteira.

Com capacidade de produção anual de 6,8 milhões de toneladas métricas de celulose, papel, embalagens e tissue, e mais de 13 mil colaboradores em toda a América do Norte, a Domtar está no centro dessa cadeia. Defender o papel impresso no ambiente educacional não é apenas uma posição de mercado. É uma convicção sobre o papel que o produto desempenha na formação humana.

Num mundo que digitaliza cada vez mais, a Domtar lembra que algumas escolhas analógicas ainda fazem toda a diferença.

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